Os companheiros Vasco Cunha, Miguel Relvas e Mário Albuquerque venceram, na sexta-feira, as eleições para a Comissão Política Distrital, Mesa da Assembleia Distrital e Conselho de Jurisdição, respectivamente. Vasco Cunha obteve 58,1% dos votos, contra os 41,4 % de João Moura.
Nesta lista, Alcanena encontra-se representada na Comissão Política com a presença da Presidente da Comissão Política de Secção de Alcanena, Ana Cláudia Coelho e de José Luis Ribeiro dos Santos na Jurisdição.
10/11/2007
06/11/2007
Agendamento de uma reunião do Conselho Municipal de Segurança
Em virtude dos mais recentes acontecimentos (inúmeros assaltos), em termos de segurança pública, de que o concelho e as suas freguesias estão a ser alvo, solicitou o representante do PSD no Conselho Municipal de Segurança, Miguel Domingos, a convocação de uma reunião com a maior brevidade possível, na qual pudessem ser analisados:
- Os relatórios da Acção Social em Alcanena;
- Os dados recolhidos junto do representante do Ministério Público de Alcanena;
- Os dados recolhidos junto do destacamento de Alcanena da Guarda Nacional republicana.
O motivo da carta endereçada por Miguel Domingos ao Sr. Presidente da Câmara prende-se com o facto de este ano apenas se terem realizado duas reuniões do Conselho Municipal de Segurança, o que contraria o regulamento deste órgão, de acordo com o qual, o Conselho Municipal de Segurança reúne ordinariamente uma vez por trimestre.
Neste sentido, o PSD defende que a ausência de reuniões, bem como de dados passíveis de ser analisados obstaculizam os trabalhos e a participação dos diversos agentes, não contribuindo para a resolução dos problemas de segurança de pessoas e bens, um dos propósitos que presidiu à criação deste órgão.
04/11/2007
Eleição dos novos órgão da JSD do Concelho de Alcanena
No dia 3 de Novembro, teve lugar a eleição dos novos órgão da JSD local. Apenas uma lista foi a votos, sendo a Comissão Política presidida por Vanessa Bernardo - coadjuvada por Miguel Maria Cadete e Pedro Mengas Simões, enquanto Vice-Presidentes - e a mesa do Plenário por Sancho Ramalho, acompanhado por Vítor Nico e Hugo Paiva.
A Comissão Política do PSD disponibilizou-se para auxiliar estes jovens a realizarem os objectivos a que se propuseram e que passam por fomentar o diálogo com o público juvenil, através da dinamização de iniciativas de ordem vária - cultural, política, entre outras.
A Comissão Política do PSD disponibilizou-se para auxiliar estes jovens a realizarem os objectivos a que se propuseram e que passam por fomentar o diálogo com o público juvenil, através da dinamização de iniciativas de ordem vária - cultural, política, entre outras.
25/10/2007
Em nome da transparência entre o município e as instituíções- Parte I
Na reunião do executivo do passado dia 8 de Outubro, no período depois da ordem do dia, o Sr. Presidente da Câmara anunciou que havia um ofício proveniente do sector da Educação e Ensino para pagamento de uma dada quantia à Associação Socio-cultural ABC, em virtude da sua prestação de serviços pelo programa de enriquecimento curricular do 1º ciclo na Escola EB1 de Alcanena. Nessa altura, a vereadora do PSD recusou-se a votar a proposta por falta de elementos, pelo que este assunto transitou para a reunião de 22 do corrente. Contudo, a relação dos documentos distribuídos aos vereadores apenas continha a informação com a indicação da quantia de 25.017,50€ e do pagamento faseado em 9 prestações, estando o anexo apenas disponível para consulta nos serviços. Este documento (uma tabela em Excel) descriminava então as rubricas que perfazem o montante em análise, a saber:
Inglês - 10.710,00€
Actividade Física e Desportiva - 8.730,00€
Associação Amigos da Vida Selvagem - 4.993,00€
Manuais do 1ª CEB - Inglês
A análise deste anexo, levanta, contudo, dois problemas:
1- A Associação dos Amigos da Vida Selvagem tem uma identidade jurídica própria, pelo que não há qualquer razão que justifique que o pagamento dos honorários dos seus formadores se processe através do ABC e não directamente. Aliás foi a Câmara, enquanto entidade promotora do Programa de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo, em conjunto com os dois Agrupamentos de Escolas do Concelho que "sub-contratou" a Associação dos Amigos da Vida Selvagem e não a Associação ABC.
2- A rúbrica referente aos manuais de inglêspara pagamento dos manuais para os alunos carenciados, para além do valor estar incorrecto, também não é justificável. Isto porque, por um lado, o Agrupamento poderia fazer a gestão desta verba, tal como faz para os manuais das áreas curriculaes e, por outro, foi dada a informação aos agrupamentos que os manuais para os alunos carenciados SERIAM OFERTA DA EDITORA. Então, afinal para que se destina esta verba? É óbvio que não é o montante que está em causa e muito menos a cooperação da autarquia com as diversas entidades do concelho, a qual assumimos ser de grande importância para o concelho. Existem, no entanto, questões de TRANSPARÊNCIA e RIGOR, que devem ser esclarecidas, pelo que a vereadora do PSD votou contra, tendo entregue a seguinte declaração de voto:
Declaração de Voto
Tendo em conta a importância da cooperação entre os diversos organismos e a autarquia e bem assim a transparência destas relações, bem como o igual tratamento da autarquia relativamente às entidades com as quais mantém uma estreita colaboração em prol da comunidade, a vereadora do PSD votou contra a atribuição da verba de 25.017,00€ à Associação de Desenvolvimento Sócio-Educativo e Cultural ABC de Alcanena, no âmbito da parceria que esta mantém com a Autarquia para o desenvolvimento do Programa de Enriquecimento Curricular, no 1º Ciclo, nos termos do anexo à informação nº 73, prestada pelo Sector de Educação e Ensino, pelas seguintes razões:
1. Falta de elementos que se consubstanciem a presença de duas das rubricas, a saber:
· Amigos da Vida Selvagem; e
· Manuais Escolares
a. No primeiro caso – Amigos da Vida Selvagem – trata-se de uma Associação com entidade jurídica própria, que mantém um protocolo de cooperação com a autarquia, no que respeita à Actividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo, pelo que o facto de, no caso da Escola EB1 de Alcanena, as aulas de Educação Ambiental serem dadas nas instalações da Associação ABC (sem custos adicionais), não justifica que o montante a despender com os honorários dos formadores seja pago ao ABC, e não directamente à Associação que presta o serviço;
b. No segundo caso – manuais escolares – ao tempo desta proposta, a Associação ABC enviou um ofício aos encarregados de educação para se inteirar do seu interesse relativamente à aquisição dos manuais. Para além do valor em causa ser prematuro, dado que esta declaração de interesse ainda está em fase de análise, não há qualquer razão para que não seja o Agrupamento de Alcanena a fazer a gestão dos manuais dos alunos carenciados (Escalão A e B), tal como para o Ensino Regular. Paralelamente, foi dada a informação aos agrupamentos de que a Editora oferece os manuais aos alunos carenciados, pelo que se desconhece a real finalidade da verba em análise.
2. Por fim, a gestão de receitas e despesas mencionadas em epígrafe, não estão previstas nas competências da instituição, definidas nos termos do regulamento programa de actividades de enriquecimento curricular do 1 º ciclo do ensino básico público no concelho de Alcanena 2007/2008.
Alcanena, 22 de Outubro de 2007
A Vereadora do PSD
Inglês - 10.710,00€
Actividade Física e Desportiva - 8.730,00€
Associação Amigos da Vida Selvagem - 4.993,00€
Manuais do 1ª CEB - Inglês
A análise deste anexo, levanta, contudo, dois problemas:
1- A Associação dos Amigos da Vida Selvagem tem uma identidade jurídica própria, pelo que não há qualquer razão que justifique que o pagamento dos honorários dos seus formadores se processe através do ABC e não directamente. Aliás foi a Câmara, enquanto entidade promotora do Programa de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo, em conjunto com os dois Agrupamentos de Escolas do Concelho que "sub-contratou" a Associação dos Amigos da Vida Selvagem e não a Associação ABC.
2- A rúbrica referente aos manuais de inglêspara pagamento dos manuais para os alunos carenciados, para além do valor estar incorrecto, também não é justificável. Isto porque, por um lado, o Agrupamento poderia fazer a gestão desta verba, tal como faz para os manuais das áreas curriculaes e, por outro, foi dada a informação aos agrupamentos que os manuais para os alunos carenciados SERIAM OFERTA DA EDITORA. Então, afinal para que se destina esta verba? É óbvio que não é o montante que está em causa e muito menos a cooperação da autarquia com as diversas entidades do concelho, a qual assumimos ser de grande importância para o concelho. Existem, no entanto, questões de TRANSPARÊNCIA e RIGOR, que devem ser esclarecidas, pelo que a vereadora do PSD votou contra, tendo entregue a seguinte declaração de voto:
Declaração de Voto
Tendo em conta a importância da cooperação entre os diversos organismos e a autarquia e bem assim a transparência destas relações, bem como o igual tratamento da autarquia relativamente às entidades com as quais mantém uma estreita colaboração em prol da comunidade, a vereadora do PSD votou contra a atribuição da verba de 25.017,00€ à Associação de Desenvolvimento Sócio-Educativo e Cultural ABC de Alcanena, no âmbito da parceria que esta mantém com a Autarquia para o desenvolvimento do Programa de Enriquecimento Curricular, no 1º Ciclo, nos termos do anexo à informação nº 73, prestada pelo Sector de Educação e Ensino, pelas seguintes razões:
1. Falta de elementos que se consubstanciem a presença de duas das rubricas, a saber:
· Amigos da Vida Selvagem; e
· Manuais Escolares
a. No primeiro caso – Amigos da Vida Selvagem – trata-se de uma Associação com entidade jurídica própria, que mantém um protocolo de cooperação com a autarquia, no que respeita à Actividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo, pelo que o facto de, no caso da Escola EB1 de Alcanena, as aulas de Educação Ambiental serem dadas nas instalações da Associação ABC (sem custos adicionais), não justifica que o montante a despender com os honorários dos formadores seja pago ao ABC, e não directamente à Associação que presta o serviço;
b. No segundo caso – manuais escolares – ao tempo desta proposta, a Associação ABC enviou um ofício aos encarregados de educação para se inteirar do seu interesse relativamente à aquisição dos manuais. Para além do valor em causa ser prematuro, dado que esta declaração de interesse ainda está em fase de análise, não há qualquer razão para que não seja o Agrupamento de Alcanena a fazer a gestão dos manuais dos alunos carenciados (Escalão A e B), tal como para o Ensino Regular. Paralelamente, foi dada a informação aos agrupamentos de que a Editora oferece os manuais aos alunos carenciados, pelo que se desconhece a real finalidade da verba em análise.
2. Por fim, a gestão de receitas e despesas mencionadas em epígrafe, não estão previstas nas competências da instituição, definidas nos termos do regulamento programa de actividades de enriquecimento curricular do 1 º ciclo do ensino básico público no concelho de Alcanena 2007/2008.
Alcanena, 22 de Outubro de 2007
A Vereadora do PSD
09/10/2007
10/09/2007
Proposta IMI
PROPOSTA
Considerando que:
- A actual situação económica e financeira do Pais, à qual o nosso concelho não é indiferente, tem vindo a afectar essencialmente as famílias com menores capacidades financeiras, ao ponto de lhes provocar dificuldades no pagamento mensal dos encargos com empréstimos bancários para habitação, dos impostos e de outro tipo de mensalidades;
- Tais constrangimentos, inibem também potenciais compradores de adquirirem habitação no concelho, situação que origina uma grave crise na área da construção civil, com consequências igualmente graves para toda a economia local;
- A actualização da tributação do património, agravou substancialmente as finanças dos munícipes;
- A Câmara Municipal deve estar sempre atenta ao que se passa ao seu redor e receptiva aos problemas daqueles que mais dificuldades têm;
- Algumas freguesias assistem a um processo claro de desertificação;
- Os centros urbanos das freguesias, nomeadamente as zonas mais antigas, estão a degradar-se, em favorecimento das novas construções na periferia;
- O elevado número de casas degradadas, a carecerem de intervenções, que concorrem para panorâmicas urbanas menos atractivas, pondo em causa parâmetros de qualidade de vida;
Vem a vereadora eleita pelo Partido Social Democrata propor a aplicação de taxas diferenciadas em zonas em risco de desertificação e em zonas de património degradado.
Alcanena, 10 de Setembro de 2007
A Vereadora do Partido Social Democrata
Considerando que:
- A actual situação económica e financeira do Pais, à qual o nosso concelho não é indiferente, tem vindo a afectar essencialmente as famílias com menores capacidades financeiras, ao ponto de lhes provocar dificuldades no pagamento mensal dos encargos com empréstimos bancários para habitação, dos impostos e de outro tipo de mensalidades;
- Tais constrangimentos, inibem também potenciais compradores de adquirirem habitação no concelho, situação que origina uma grave crise na área da construção civil, com consequências igualmente graves para toda a economia local;
- A actualização da tributação do património, agravou substancialmente as finanças dos munícipes;
- A Câmara Municipal deve estar sempre atenta ao que se passa ao seu redor e receptiva aos problemas daqueles que mais dificuldades têm;
- Algumas freguesias assistem a um processo claro de desertificação;
- Os centros urbanos das freguesias, nomeadamente as zonas mais antigas, estão a degradar-se, em favorecimento das novas construções na periferia;
- O elevado número de casas degradadas, a carecerem de intervenções, que concorrem para panorâmicas urbanas menos atractivas, pondo em causa parâmetros de qualidade de vida;
Vem a vereadora eleita pelo Partido Social Democrata propor a aplicação de taxas diferenciadas em zonas em risco de desertificação e em zonas de património degradado.
Alcanena, 10 de Setembro de 2007
A Vereadora do Partido Social Democrata
25/06/2007
Requerimento sobre assuntos em análise
Requerimento
Ao abrigo do artigo 22º do regimento da Câmara Municipal de Alcanena, vem a vereadora do PSD, requerer que lhe seja fornecida por escrito a seguinte informação, respeitante a três áreas fundamentais:
1. Recursos Humanos
Justificação para o invariável elevado número de horas extraordinárias efectuadas pelo funcionário Pedro Moisés;
2.Educação
Avaliação das Actividades de Enriquecimento Curricular, nomeadamente:
a) Impacto das actividades de enriquecimento curricular (Música e Língua Portuguesa) cujo horário ocupa a mancha da manhã, (contrariando as sugestões dos normativos legais), na atenção e aproveitamento dos alunos;
b) Impacto nos alunos quando a mesma actividade é leccionada por dois professores em alternância (Educação Musical);
c) Grau de adequação do Ensino da Língua Inglesa às Linhas Programáticas emanadas do Ministério de Educação para o 1º Ciclo, quer no que respeita aos conteúdos, quer à metodologia, quer às modalidades de avaliação.
d) Aproveitamento e qualidade do sucesso obtido em Inglês nos 3º e 4º anos.
3. Cultura
Relatório da I Feira do Concelho de Alcanena, que teve lugar por ocasião das comemorações do Aniversário do Concelho.
Alcanena, 25 de Junho de 2007-06-25
A Vereadora do PSD
Ana Cláudia Cohen Coelho
Ao abrigo do artigo 22º do regimento da Câmara Municipal de Alcanena, vem a vereadora do PSD, requerer que lhe seja fornecida por escrito a seguinte informação, respeitante a três áreas fundamentais:
1. Recursos Humanos
Justificação para o invariável elevado número de horas extraordinárias efectuadas pelo funcionário Pedro Moisés;
2.Educação
Avaliação das Actividades de Enriquecimento Curricular, nomeadamente:
a) Impacto das actividades de enriquecimento curricular (Música e Língua Portuguesa) cujo horário ocupa a mancha da manhã, (contrariando as sugestões dos normativos legais), na atenção e aproveitamento dos alunos;
b) Impacto nos alunos quando a mesma actividade é leccionada por dois professores em alternância (Educação Musical);
c) Grau de adequação do Ensino da Língua Inglesa às Linhas Programáticas emanadas do Ministério de Educação para o 1º Ciclo, quer no que respeita aos conteúdos, quer à metodologia, quer às modalidades de avaliação.
d) Aproveitamento e qualidade do sucesso obtido em Inglês nos 3º e 4º anos.
3. Cultura
Relatório da I Feira do Concelho de Alcanena, que teve lugar por ocasião das comemorações do Aniversário do Concelho.
Alcanena, 25 de Junho de 2007-06-25
A Vereadora do PSD
Ana Cláudia Cohen Coelho
16/06/2007
Declaração de Voto- Coordenador Gabinete de Protecção Civil
A vereadora do PSD votou contra a criação de um coordenador do gabinete de Prtecção Civil pelas seguintes razões:
1. A vacatura agora apresentada não foi diagnosticada aquando da aprovação do quadro de contratados, o que revela tratar-se de uma necessidade recente e não estrutural;
2. De acordo com o Relatório de Gestão referente ao ano de 2006, a Câmara excedeu em 12,5% os limites de contratação de pessoal, pelo que esta situação deverá ser evitada;
3. Existem problemas graves e prementes na Protecção Civil do concelho, sinalizados pelos Bombeiros Municipais de Alcanena, que põem em causa a segurança dos próprios Soldados da Paz, e da população em geral (três carros de combate parados por falta de legalização; falta de E.P.I.'s para combate na frente do fogo, avaria do Sistema que faz a ligação rádio da Central às ambulâncias; falta de rádios de comunicação, encomendados em Agosto de 2006, mas que tardam em chegar face às facturas em atraso do Municipio) e que devem ser assumidos como prioritários;
4. O Sr. Presidente anunciou a subversão das regras de contratação de pessoal:
1. Ao afirmar já ter a pessoa para o lugar, ou seja, faz-se um concurso porque interessa empregar uma pessoa e não para procurar pessoas para o preenchimento de vagas efectivamente importantes (a busca do lugar para a pessoa e não da pessoa para o lugar); e
2. O perfil do candidato a sujeitar a concurso encontra-se condicionado à pessoa a favorecer pelo executivo, na medida que, ao contrário do que a descrição de funções presente no ofício sugere (elaboração de carta de riscos, elaboração de planos de emergência dos edifícios municipais, testagem dos planos de emergência, entre outros) excluem-se, à partida, como requisitos esenciais, a formação como Técnico de Higiene e Segurança (Superior ou não), previligiando-se o tempo disponivel e a experiência, o que mais se adequa ao perfil do reformado encontrado.
5. A aprovação desta proposta constitui uma arrogância por parte do executivo, na medida em que não respeita as regras da Democracia, tendo o assunto sido submetido duas vezes à apreciação do Executivo, para que, na última vez e com a presença de todos os vereadores da maioria,a votarem orgulhosamente sós, pondo, desta forma, em causa, todas as vitualidades do Poder Local.
1. A vacatura agora apresentada não foi diagnosticada aquando da aprovação do quadro de contratados, o que revela tratar-se de uma necessidade recente e não estrutural;
2. De acordo com o Relatório de Gestão referente ao ano de 2006, a Câmara excedeu em 12,5% os limites de contratação de pessoal, pelo que esta situação deverá ser evitada;
3. Existem problemas graves e prementes na Protecção Civil do concelho, sinalizados pelos Bombeiros Municipais de Alcanena, que põem em causa a segurança dos próprios Soldados da Paz, e da população em geral (três carros de combate parados por falta de legalização; falta de E.P.I.'s para combate na frente do fogo, avaria do Sistema que faz a ligação rádio da Central às ambulâncias; falta de rádios de comunicação, encomendados em Agosto de 2006, mas que tardam em chegar face às facturas em atraso do Municipio) e que devem ser assumidos como prioritários;
4. O Sr. Presidente anunciou a subversão das regras de contratação de pessoal:
1. Ao afirmar já ter a pessoa para o lugar, ou seja, faz-se um concurso porque interessa empregar uma pessoa e não para procurar pessoas para o preenchimento de vagas efectivamente importantes (a busca do lugar para a pessoa e não da pessoa para o lugar); e
2. O perfil do candidato a sujeitar a concurso encontra-se condicionado à pessoa a favorecer pelo executivo, na medida que, ao contrário do que a descrição de funções presente no ofício sugere (elaboração de carta de riscos, elaboração de planos de emergência dos edifícios municipais, testagem dos planos de emergência, entre outros) excluem-se, à partida, como requisitos esenciais, a formação como Técnico de Higiene e Segurança (Superior ou não), previligiando-se o tempo disponivel e a experiência, o que mais se adequa ao perfil do reformado encontrado.
5. A aprovação desta proposta constitui uma arrogância por parte do executivo, na medida em que não respeita as regras da Democracia, tendo o assunto sido submetido duas vezes à apreciação do Executivo, para que, na última vez e com a presença de todos os vereadores da maioria,a votarem orgulhosamente sós, pondo, desta forma, em causa, todas as vitualidades do Poder Local.
Intervenção da vereadora da câmara relativamente à possibilidade de criação de um centro escolar
Intervenção da Vereadora do PSD relativamente aos centros escolares, transcrição da acta:
"A Vereadora, Senhora Ana Cláudia Cohen Gonzaga Borges Caseiro Inácio Coelho, disse que tratar-se de um problema antigo para o qual já tinha apresentada várias propostas ainda quando deputada municipal e membro do Conselho Municipal de Educação e mais recentemente aquando da discussão da Carta Educativa. Lamenta só agora, três anos após ter por várias vezes incitado a questão da criação de Centros Educativos, se comece a ver a possibilidade da construção destes centros, tentando dar solução aos problemas causados pelo enquadramento legal que condiciona o funcionamento das escolas do 1º ciclo ao número de alunos existentes na mesma. Pensa que voc-acionar a Escola EB23 Anastácio Gonçalves para o 1º e 2º ciclos irá beneficiar toda a população por várias razões: Primeiro, as crianças a serem deslocalizadas terão acolhimento numa escola com qualidade muito superior à de origem – refeitório; BE/CRE com um fundo documental considerável; clubes diversos; bar; sala de alunos; instalações desportivas - (o que não se verificaria caso se deslocassem para a freguesia mais próxima); segundo, deixará de haver na parte sul do concelho, preços diferentes para o serviço de almoços, uma vez que as crianças ião passar a almoçar no refeitório da escola e da mesma forma, já não haverá necessidade de serem os pais a custear auxiliares para tomarem conta das crianças durante o período de almoço; terceiro, a escola é vedada, tem segurança e os alunos têm que passar com o seu cartão por um torniquete para entrarem e saírem das instalações, pelo que estão assegurados, à partida, alguns procedimentos de segurança; quarto, a escola secundária iria beneficiar com a deslocalização dos sétimos anos, dado que neste momento a sua capacidade em termos de salas está longe de estar esgotada. Recordou, ainda, que esta proposta de solução vai ao encontro das duas propostas de revisão da Lei de Bases de Educação dos dois maiores partidos plíticos, de acordo com as quais, o ensino secundário tem início no sétimo ano.
Pensa, no entanto, quer deve olhar-se o concelho na sua globalidade, pelo que a zona norte não deve ser esquecida e que dever-se-ia equacionar a criação de um Centro Escolar em Minde, pois a Escola do Ensino Básico do Segundo e Terceiro Ciclos também está aquém das suas capacidades e existem escolas do 1º ciclo – Casais Robustos; Covão de Coelho e Vale Alto que estão na eminência de serem encerradas. Há que aproveitar os fundos do QREN para este efeito."
"A Vereadora, Senhora Ana Cláudia Cohen Gonzaga Borges Caseiro Inácio Coelho, disse que tratar-se de um problema antigo para o qual já tinha apresentada várias propostas ainda quando deputada municipal e membro do Conselho Municipal de Educação e mais recentemente aquando da discussão da Carta Educativa. Lamenta só agora, três anos após ter por várias vezes incitado a questão da criação de Centros Educativos, se comece a ver a possibilidade da construção destes centros, tentando dar solução aos problemas causados pelo enquadramento legal que condiciona o funcionamento das escolas do 1º ciclo ao número de alunos existentes na mesma. Pensa que voc-acionar a Escola EB23 Anastácio Gonçalves para o 1º e 2º ciclos irá beneficiar toda a população por várias razões: Primeiro, as crianças a serem deslocalizadas terão acolhimento numa escola com qualidade muito superior à de origem – refeitório; BE/CRE com um fundo documental considerável; clubes diversos; bar; sala de alunos; instalações desportivas - (o que não se verificaria caso se deslocassem para a freguesia mais próxima); segundo, deixará de haver na parte sul do concelho, preços diferentes para o serviço de almoços, uma vez que as crianças ião passar a almoçar no refeitório da escola e da mesma forma, já não haverá necessidade de serem os pais a custear auxiliares para tomarem conta das crianças durante o período de almoço; terceiro, a escola é vedada, tem segurança e os alunos têm que passar com o seu cartão por um torniquete para entrarem e saírem das instalações, pelo que estão assegurados, à partida, alguns procedimentos de segurança; quarto, a escola secundária iria beneficiar com a deslocalização dos sétimos anos, dado que neste momento a sua capacidade em termos de salas está longe de estar esgotada. Recordou, ainda, que esta proposta de solução vai ao encontro das duas propostas de revisão da Lei de Bases de Educação dos dois maiores partidos plíticos, de acordo com as quais, o ensino secundário tem início no sétimo ano.
Pensa, no entanto, quer deve olhar-se o concelho na sua globalidade, pelo que a zona norte não deve ser esquecida e que dever-se-ia equacionar a criação de um Centro Escolar em Minde, pois a Escola do Ensino Básico do Segundo e Terceiro Ciclos também está aquém das suas capacidades e existem escolas do 1º ciclo – Casais Robustos; Covão de Coelho e Vale Alto que estão na eminência de serem encerradas. Há que aproveitar os fundos do QREN para este efeito."
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